Dados · só mercado brasileiro
Dados de GLP-1 no Brasil: todos os números, cada um com a fonte
O Observatório reúne 401 números do mercado brasileiro de GLP-1, tirados de matérias e estudos publicados por terceiros. Busque por tema, empresa ou fonte. Cada linha mostra o número, o que ele mede, quem publicou, a data e o link.
401 dados.
- 50%
A Pague Menos registrou, no segundo trimestre de 2026, uma redução de 50% no preço médio da semaglutida em suas unidades de varejo e alta de 155% na quantia comercializada.
Mercado Fonte: Futuro da Saúde · 23/09/2026 · ver a matéria - 22%
Já na RD Saúde, o preço médio no mesmo período diminuiu 22% e o volume vendido aumentou cerca de 30%.
Mercado Fonte: Futuro da Saúde · 23/09/2026 · ver a matéria - 4,7 mil
Segundo ela, a Eurofarma também expandiu a disponibilidade dos tratamentos para mais regiões do país, com uma presença da companhia em cerca de 4,7 mil municípios, focando em uma maior capilaridade pelo território.
Saúde Fonte: Futuro da Saúde · 23/09/2026 · ver a matéria - 600 mil
Atualmente, são 600 mil pacientes cadastrados no EuroCuida, programa que foi lançado em abril de 2026 e combina condições diferenciadas de acesso aos medicamentos com suporte ao paciente, conteúdos educativos e informações relacionadas à jornada de tratamento.
Comportamento Fonte: Futuro da Saúde · 23/09/2026 · ver a matéria - 76%
O Mounjaro, da Lilly, tornou-se o principal medicamento da categoria GLP-1 — mais conhecido como canetas emagrecedoras — no Brasil ao concentrar 76% da demanda nacional, superando o Ozempic, que caiu de 73% de participação em 2022 para 13% em 2026.
Mercado Fonte: Frota News · 22/09/2026 · ver a matéria - 98%
A IQVIA, responsável por monitorar 98% das vendas farmacêuticas no país, mostrou que a área de análogos de GLP-1 quase quintuplicou em cinco anos, passando de R$ 2 bilhões para R$ 9 bilhões, com CAGR de 44%.
Mercado Fonte: Frota News · 22/09/2026 · ver a matéria - R$ 6,8 bilhões
O Mounjaro lidera o ranking nacional de comercialização, com faturamento de R$ 6,8 bilhões.
Mercado Fonte: Frota News · 22/09/2026 · ver a matéria - 16%
Outro dado destacado foi a baixa adesão ao tratamento: apenas 16% dos pacientes permanecem utilizando GLP-1 após 11 meses, independentemente da marca.
Consumo Fonte: Frota News · 22/09/2026 · ver a matéria - 51%
Metade dos entrevistados relatou ter abandonado produtos como fast food (51%), açúcar de mesa (50%) e chocolates (48%), sinalizando possíveis impactos futuros na indústria de alimentos e bebidas.
Consumo Fonte: Frota News · 22/09/2026 · ver a matéria - 60%
A cobrança efetiva começa em 2027, e fármacos registrados na Anvisa — incluindo manipulados — terão redução de 60% nas alíquotas de IBS e CBS.
Mercado Fonte: Frota News · 22/09/2026 · ver a matéria - 50%
No segundo trimestre de 2026, a Pague Menos registrou redução de 50% no preço médio da semaglutida e alta de 155% nas unidades comercializadas.
Mercado Fonte: Panorama Farmacêutico · 22/09/2026 · ver a matéria - 22%
Na RD Saúde, o preço médio da semaglutida recuou 22% no período, enquanto o volume vendido cresceu quase 30%.
Mercado Fonte: Panorama Farmacêutico · 22/09/2026 · ver a matéria - 23%
Na Pague Menos, as doses mais altas de tirzepatida tiveram redução de 23% no preço médio e aumento de 60% no volume.
Mercado Fonte: Panorama Farmacêutico · 22/09/2026 · ver a matéria - 8,2%
As canetas emagrecedoras já respondem por 8,2% das vendas da Pague Menos.
Mercado Fonte: Panorama Farmacêutico · 22/09/2026 · ver a matéria - 11,3%
Na Panvel, a categoria representa 11,3% da receita bruta do varejo, alta de 63,6% em relação a 2025.
Mercado Fonte: Panorama Farmacêutico · 22/09/2026 · ver a matéria - 12%
Na RD Saúde, a participação chega a cerca de 12% do faturamento.
Mercado Fonte: Panorama Farmacêutico · 22/09/2026 · ver a matéria - 70%
Entre 70% e 84% dos consumidores que compraram genéricos ou similares no último trimestre eram novos na categoria, segundo as redes.
Pesquisa Fonte: Panorama Farmacêutico · 22/09/2026 · ver a matéria - 84%
Na Pague Menos, 84% dos clientes que iniciaram o uso de Poviztra e Ozivy nunca haviam comprado esses produtos na companhia.
Pesquisa Fonte: Panorama Farmacêutico · 22/09/2026 · ver a matéria - 20%
“No caso da semaglutida na Raia, a queda superior a 20% no preço foi totalmente compensada pelo volume (+28%), mantendo a receita nominal estável e provando a forte elasticidade do produto.”
Mercado Fonte: Panorama Farmacêutico · 22/09/2026 · ver a matéria - R$ 1,4 bilhão
O UBS BB estima que o mercado formal de GLP-1 movimente entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,5 bilhão por mês e projeta faturamento de R$ 15 bilhões a R$ 17 bilhões em 2026.
Mercado Fonte: Panorama Farmacêutico · 22/09/2026 · ver a matéria - 68,1%
Estudos baseados na evolução dos dados do Vigitel projetam que, até 2030, 68,1% dos adultos brasileiros poderão apresentar excesso de peso e 29,6%, obesidade.
Saúde Fonte: Vigitel (via linkedin.com) · 22/09/2026 · ver a matéria - 124%
Dados da Scanntech mencionados nos materiais analisados mostram que, entre janeiro e outubro de 2025, o volume de whey protein vendido no varejo brasileiro cresceu 124%.
Mercado Fonte: linkedin.com · 22/09/2026 · ver a matéria - 89%
No mesmo intervalo, a creatina avançou 89%, os cereais proteicos cresceram 21%, os iogurtes proteicos, 16%, e os produtos pré e pós-treino, também 16%. (Scanntech)
Mercado Fonte: linkedin.com · 22/09/2026 · ver a matéria - 117,1%
Outro recorte apresentado pela imprensa aponta crescimento de 117,1% nas vendas de whey protein em 2025 na comparação com 2024, acompanhado por avanços de 26,8% nos iogurtes proteicos e de 18,4% nas barras de proteína.
Mercado Fonte: linkedin.com · 22/09/2026 · ver a matéria - 165 milhões
Estudo citado pelo Valor Econômico aponta que o mercado brasileiro de concentrados e isolados proteicos passou de U$ 165 milhões em 2021 para US$ 360 milhões em 2025, mais que dobrando em quatro anos.
Mercado Fonte: linkedin.com · 22/09/2026 · ver a matéria - 7%
A projeção indicada é de crescimento médio de 7% ao ano em volume nos cinco anos seguintes.
Mercado Fonte: linkedin.com · 22/09/2026 · ver a matéria - 5%
Segundo Ana Seixas, a chegada desse novo público contribuiu para um crescimento de aproximadamente 5% na base de clientes da rede.
Mercado Fonte: linkedin.com · 22/09/2026 · ver a matéria - R$ 1 bilhão
Os suplementos esportivos ultrapassaram pela primeira vez a marca de R$ 1 bilhão no canal farma.
Mercado Fonte: Close-Up (via linkedin.com) · 22/09/2026 · ver a matéria - R$ 1,08 bilhão
De acordo com dados da Close-Up mencionados nos materiais analisados, a categoria movimentou R$ 1,08 bilhão nos 12 meses encerrados em maio de 2026, com crescimento de 29,9% em faturamento e de 21,8% em volume.
Mercado Fonte: Close-Up (via linkedin.com) · 22/09/2026 · ver a matéria - R$ 2,6 bilhões
Impacto orçamentário estimado de pelo menos R$ 2,6 bilhões em quatro anos de gestão
Mercado Fonte: NeoFeed · 21/09/2026 · ver a matéria - R$ 6,5 bilhões
Técnicos estimaram custo entre R$ 6,5 bilhões e R$ 7 bilhões em cinco anos na proposta rejeitada
Mercado Fonte: Conitec (via NeoFeed) · 21/09/2026 · ver a matéria - 59%
Novo Nordisk afirma ter oferecido desconto de 59% em relação à proposta de 2025
Mercado Fonte: Novo Nordisk (via NeoFeed) · 21/09/2026 · ver a matéria - 38 mil
Público-alvo reduzido para cerca de 38 mil pacientes no novo pedido
Mercado Fonte: Novo Nordisk (via NeoFeed) · 21/09/2026 · ver a matéria - R$ 12 mil
Custo informado de aproximadamente R$ 12 mil por paciente ao ano
Mercado Fonte: NeoFeed · 21/09/2026 · ver a matéria - R$ 456 milhões
Despesa direta com medicamento ficaria próxima de R$ 456 milhões anuais
Mercado Fonte: NeoFeed · 21/09/2026 · ver a matéria - 15 meses
Processo de análise pode levar de 12 a 15 meses
Mercado Fonte: NeoFeed · 21/09/2026 · ver a matéria - R$ 18 bilhões
Vendas nas farmácias de medicamentos contra obesidade devem alcançar R$ 18 bilhões neste ano
Mercado Fonte: NeoFeed · 21/09/2026 · ver a matéria - 6 milhões
Mercado de partida de 6 milhões de usuários no Brasil
Mercado Fonte: Dasa (via NeoFeed) · 21/09/2026 · ver a matéria - 3%
6 milhões de usuários equivalem a quase 3% da população
Mercado Fonte: Dasa (via NeoFeed) · 21/09/2026 · ver a matéria - R$ 50 bilhões
Itaú BBA estima mercado brasileiro de medicamentos contra obesidade em R$ 50 bilhões em 2030
Mercado Fonte: Itaú BBA (via NeoFeed) · 21/09/2026 · ver a matéria - 15 milhões
Projeção de aproximadamente 15 milhões de usuários em 2030
Mercado Fonte: Itaú BBA (via NeoFeed) · 21/09/2026 · ver a matéria - 118%
Obesidade entre adultos brasileiros avançou 118% entre 2006 e 2024
Pesquisa Fonte: Ministério da Saúde (via NeoFeed) · 21/09/2026 · ver a matéria - 450 milhões
Dasa realiza mais de 450 milhões de exames por ano
Mercado Fonte: Dasa (via NeoFeed) · 21/09/2026 · ver a matéria - R$ 2,4 bilhões
Receita bruta da Dasa de R$ 2,4 bilhões no 2º trimestre
Mercado Fonte: Dasa (via NeoFeed) · 21/09/2026 · ver a matéria - R$ 975–999
Faixa de preco do Ozempic citada: entre R$ 975 (0,25 mg e 0,5 mg pelo programa Preco NovoDia no comercio eletronico) e R$ 999 na apresentacao de 1 mg.
Consumo Fonte: Folha de S.Paulo · 14/09/2026 · ver a matéria - R$ 452–498
Ozivy (EMS), primeiro medicamento a base de semaglutida registrado apos a queda da patente, chegou as farmacias com precos anunciados entre R$ 452 e R$ 498 por caneta.
Consumo Fonte: EMS (via Folha de S.Paulo) · 14/09/2026 · ver a matéria - 35%
Por lei, medicamentos genericos devem custar no minimo 35% a menos que o medicamento de referencia.
Mercado Fonte: Folha de S.Paulo · 14/09/2026 · ver a matéria - R$ 293–323
Estimativa de preco para genericos de semaglutida com base nos valores de lancamento do Ozivy: entre R$ 293 e R$ 323.
Consumo Fonte: Folha de S.Paulo · 14/09/2026 · ver a matéria - R$ 84
Olire (obesidade) e Lirux (diabetes tipo 2), ambos liraglutida 6 mg da EMS, anunciados a partir de R$ 84 em grandes redes de farmacias na internet.
Consumo Fonte: EMS (via Folha de S.Paulo) · 14/09/2026 · ver a matéria - 20 de março
Exclusividade da Novo Nordisk na fabricacao de semaglutida no Brasil terminou em 20 de marco de 2026, abrindo caminho para outras farmaceuticas.
Mercado Fonte: Novo Nordisk (via Folha de S.Paulo) · 14/09/2026 · ver a matéria
Números de matérias e estudos de terceiros, sem validação própria. Nada aqui é orientação médica.
