C-Level · 01/10/2026
EMS pede imposto 108% mais alto para canetas emagrecedoras concorrentes que vêm do exterior
10 números tirados desta matéria, cada um com o trecho e a fonte que ela cita. Antes de usar, confira no original quem foi pesquisado, quando e como.
- 108%
A EMS tenta elevar em 108% a alíquota de importação de canetas emagrecedoras que chegam prontas do exterior.
Mercado Fonte: EMS - 7,2%
Em setembro, a EMS pediu à Camex subir de 7,2% a alíquota de importação cobrada sobre agonistas de GLP-1.
Mercado Fonte: EMS - 15%
A EMS pediu à Camex, em setembro, que o imposto sobre agonistas de GLP-1 suba para 15%.
Mercado Fonte: EMS - 12%
A EMS argumenta que o imposto cobrado na importação de componentes do remédio, como corpo da caneta, tampa e fenol, parte de 12%.
Mercado Fonte: EMS - 18%
No argumento da EMS, o imposto de componentes do remédio (corpo da caneta, tampa e fenol) chega a 18%.
Mercado Fonte: EMS - 24 meses
Um dos pedidos da EMS à Camex é temporário, de 24 meses, e pode ser decidido pelo governo do Brasil.
Mercado Fonte: EMS - 2036
Os pleitos da EMS não atingem o Mounjaro (tirzepatida), que tem patente até 2036 e é produzido no Brasil apenas pela Eli Lilly.
Mercado Fonte: não identificada na matéria - R$ 61,3 milhões
Planilhas anexadas pela EMS aos pedidos mostram venda de R$ 61,3 milhões em canetas em 2025.
Mercado Fonte: EMS - R$ 425,1 milhões
As planilhas da EMS indicam R$ 425,1 milhões em vendas de canetas em 2026, ano do lançamento do medicamento com semaglutida.
Mercado Fonte: EMS - R$ 1 bilhão
A EMS afirma ter investido mais de R$ 1 bilhão para ampliar a capacidade produtiva e tecnológica no país, incluindo desenvolvimento e fabricação das canetas.
Mercado Fonte: EMS
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